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Só... Lima&Limão

Só... Lima&Limão


22.07.17

Vida de cão!!!!

Maria Lima limaolima

 

Tenho uma cadela com 16 anitos. Quando o meu marido a foi buscar a uma instituição era ainda muito pequenina. Infelizmente vinha com muitos problemas de saúde e todos os tratamentos que teve de fazer ficaram caríssimos. A nossa princesa (chama-se Lucky mas também a tratamos por princesa ou menina), foi crescendo e o que ela mais gostava de fazer era de brincar e correr. Na altura morávamos num T1 e quando a trazíamos à rua para passear, os vizinhos vinham à janela só para a ver correr. A velocidade que ela conseguia atingir era fabulosa!!!!

 Entretanto, a nossa menina foi crescendo e ficando com muito “mau feitio” (na minha opinião fruto dos seus problemas de saúde, na opinião dos especialistas porque nós não a soubemos educar), e tornou-se uma bonita e elegante cadela. A rainha da casa! Sempre feliz e contente de um lado para o outro.

Mudamos de casa, a família cresceu e a Luckyzinha (outro nome carinhoso pela qual também a tratamos) foi-nos sempre acompanhando na nossa jornada. Confesso que não gostou da concorrência (os nossos filhos), mas todos se adaptaram. Aqui teve mesmo que se impor uma regra fundamental (eu disse que ela tinha mau feitio…), os miúdos não tocavam nela (como praticamente todas as pessoas que conhecemos!!!) e ela não os mordia! E como as regras são sagradas tudo tem corrido bem!

No entanto, a velhice é lixada! As maleitas foram chegando (muito devagarinho para ninguém dar por nada) e a nossa menina ficou com cataratas, começou a ouvir mal, perdeu o olfacto, deixou de correr (e mais algumas coisitas próprias da idade). Mas o que mais me surpreendeu é que ela ficou mimada… muito mas muito mimada. E agora só quer que lhe façam festinhas, miminhos e que “brinquem” com ela (para grande alegria dos meus filhotes!).

Mas porquê este post? Efetivamente existe uma razão muito concreta para o ter escrito. É que quando me perguntam a idade dela e eu respondo 16 anos, fazem-me logo a seguinte pergunta: Isso é 112 em idade do Homem, não é? Como achei esse número demasiado grande resolvi procurar alguma informação sobre isso, Assim descobri que a idade dos cães não se multiplica por 7, como me diziam quando eu era criança. No entanto é importante conhecer a idade do nosso cão para nos adequarmos ao seu comportamento.

Assim, despeço-me partilhando esta informação e com a certeza que a minha cadela, apesar de velhota,  é muito feliz!!!!

 

Idade de cão.PNG

(nota: dados retirados do boletim sanitário internacional- portaria 81/2002 de 24 de janeiro)

LucKy VC.jpg

Lucky baby.jpg

 Lucky sol.JPG

 

 


13.07.17

Preconceito

Maria Lima limaolima

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Ontem, num grupo de amigos, estivemos a falar sobre o preconceito, o seu verdadeiro significado e até que ponto uma pessoa poderá ser considerada, ou não preconceituosa. Vim para casa a pensar nisso e resolvi ir procurar ao dicionário on-line, da Porto Editora, o significado da palavra preconceito. Passo então a citar:

 

“1. Opinião (favorável ou desfavorável) formada antecipadamente, sem fundamento sério ou análise critica;

2. Julgamento desfavorável formado sem razão objetiva;

3. Sentimento hostil motivado por hábitos de julgamento ou generalizações apressadas; intolerância”

 

Existem vários tipos de preconceito (que se poderão, ou não interligar), racial, social, politico, religioso (…), mas eles só existem porque as pessoas têm estereótipos pelos quais julgam os outros.

Efetivamente, todos fomos criados sob determinados padrões sociais, pelos quais regemos a nossa vida. Com a idade, pelos caminhos que trilhámos e pelas pessoas que conhecemos ao longo do tempo, a nossa forma de pensar e de estar vai mudando, moldando-se às circunstâncias e enriquecendo o nosso eu interior. Assim, os nossos estereótipos vão-se alterando ao longo da nossa existência.

Pessoalmente (e isto é uma opinião mesmo muito pessoal!!!) acredito que todos temos preconceitos. O que difere é o nosso discernimento e a capacidade de aceitar o outro colocando de “lado” ideias pré-concebidas ou estereótipos. A capacidade de olharmos “o outro” para além dele mesmo.

Ontem, num grupo de amigos, estivemos a falar sobre o preconceito e vim para casa a pensar nisso, porque cheguei à conclusão que as pessoas que dizem não ter preconceitos são preconceituosas ao julgar aqueles que assumem ter preconceitos.

Julgo que a linha que separa o preconceito da tolerância é, por vezes, demasiado ténue.

 

Maria Lima

 

(nota: imagem retirada da internet)


10.07.17

Férias escolares? Adoro!!!!

Maria Lima limaolima

Efetivamente adoro as férias escolares (apesar de ter apenas 22 dias de férias e dos meus filhos terem cerca de dois meses), sempre que chegam as férias escolares, sinto-me sempre um bocadinho em férias.

Sei que para quem tem filhos pequenos (e completamente dependentes de nós), precisa sempre de um ATL ou de uma avó disponível mas (acreditem!), não há nada melhor do que as interrupções letivas.

As férias de verão são um retorno à minha própria infância quando tinha tempo para tudo e, mesmo assim, achava que não tinha tempo para nada. O cheiro do sol, do mar e da areia da praia. As brincadeiras com os irmãos e com os amigos.

Nostalgias à parte, as férias escolares permitem-nos ter mais tempo livre e passá-lo em família. O trânsito diminui imenso, o que nos permite circular mais rápido e chegar mais cedo a casa. O facto dos filhos não terem que estudar diariamente reduz imenso os nossos níveis de stress (e alguns conflitos ) próprios de mães e filhos. É verdade, os pais sofrem uma pressão constante para que os seus filhos estudem. Quem é que nunca usou este tipo de frase: "- Vai estudar que amanhã tens teste!" Enquanto que o nosso filho se agarra ao telemóvel lamentando a vida dura de estudante (e testando o nosso limite de paciência). E os fins de semana? É verdade!!! Os pais passam a ter fins de semana!!! Finalmente, podemos sair para ir passear, à praia ou ao cinema porque os nossos filhotes, na semana seguinte, não têm testes, nem trabalhos para apresentar.

E convenhamos que as cidades e as vilas têm cada vez mais programas gratuitos (ou a preços simpáticos) para se fazer em família. Só temos que procurar e escolher bem. Dar um passeio junto ao rio, ir à praia ou andar de bicicleta pelos parques e jardins são coisas possíveis de se fazer em família. Se nos dermos "ao trabalho" de visitar alguns sites (agora qualquer café tem wi-fi com a palavra passe disponível), descobrimos alguns concertos gratuitos (atualmente, raramente, vou ver um concerto a pagar, pois espero sempre pelo verão). Poderemos, também, visitar um museu ao domingo de manhã ou ler um livro numa biblioteca municipal.

As férias escolares permitem-nos passar mais tempo em família. Tempo de qualidade! Sem stress e sem pressões. Permitem-nos rir, conversar, sair e brincar. Usufruir daquele "dolce far niente" que só as férias escolares nos podem proporcionar.

 

Maria Lima

férias- imagem.png

(imagem retirada da internet)


04.07.17

Navegando ao sabor do vento

Maria Lima limaolima

Os meus conhecimentos sobre o uso de internet são aquilo a que um especialista chamaria “simpaticamente” de … básicos. Agora tentem imaginar alguém que não percebe nada de internet e afins mas mesmo assim resolveu criar um blog. É verdade! Encontraram-me a mim   . E aqui estou eu a tentar entender-me no meio de tantos links, directórios e informação diversa. Isto vai ser muito, mas muito divertido (já está a ser!!!). Por isso creio que ao longo do tempo este blog vai sofrer diferentes transformações. No entanto, como não sou pessoa de desistir (e queria mesmo criar um blog), vou seguir na “direcção do vento” e tentar usufruir da viagem.

Beijinhos para vocês,

Maria Lima


02.07.17

Sobre mim...

Maria Lima limaolima

Quem sou eu? Uma pergunta que me faço diariamente e à qual, diariamente, dou uma resposta diferente. Chamo-me Maria como tantas outras Marias que existem neste país. Sou casada e tenho dois filhos, que são a paixão da minha vida. Adoro o mar, o sol, a montanha, os animais…. a minha vida rege-se pela natureza. O que pretendo com este blog? Falar sobre tudo e sobre nada e esperar que este blog crie o seu próprio caminho.

Beijinhos para vocês,

Maria Lima

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